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Leão Viagens

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O que fazer em Jerusalém: Cidade Velha, Monte das Oliveiras e Belém

Dois dias em Jerusalém: o Muro das Lamentações, a Via Dolorosa e o Santo Sepulcro, o Monte das Oliveiras e Belém, como na viagem Egito e Israel 2027.

A Cidade Velha de Jerusalém vista do alto, com a Cúpula da Rocha dourada, a muralha em primeiro plano e os prédios da cidade nova ao fundo.

Jerusalém é sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, e quase tudo o que o visitante procura fica dentro ou em volta da Cidade Velha, um quadrado murado de cerca de 1 km². Dois dias bem usados dão conta do principal: as ruas da Cidade Velha, o Monte das Oliveiras, do outro lado do vale, e Belém, uns 10 km ao sul. São os dois dias que a viagem Egito e Israel 2027 da Leão passa na cidade.

A Cidade Velha e seus quatro bairros

As muralhas de hoje são do século 16, do tempo do sultão otomano Suleiman, o Magnífico. Têm oito portas, sete delas abertas, e as de Jafa e de Damasco são as que os visitantes mais usam. Lá dentro, as ruas de pedra são estreitas, cheias de degraus e quase sem carros, e tudo se faz a pé. Pela divisão tradicional, são quatro bairros:

  • o Bairro Cristão, em volta da Igreja do Santo Sepulcro, com conventos, igrejas e lojas de artigos religiosos;
  • o Bairro Muçulmano, o maior e o mais movimentado, com os mercados que descem da Porta de Damasco;
  • o Bairro Judeu, em boa parte reconstruído no século 20, com o Cardo, a antiga rua romana e bizantina, e a praça do Muro das Lamentações logo abaixo;
  • o Bairro Armênio, em torno da Catedral de São Tiago, onde vive uma comunidade presente na cidade desde os primeiros séculos do cristianismo.
Uma rua de comércio da Cidade Velha de Jerusalém, com lojas de lembranças e toldos dos dois lados.
Uma rua de comércio da Cidade Velha.

O Muro das Lamentações

O Muro Ocidental, como é chamado em hebraico, é um trecho do muro de contenção da esplanada do Segundo Templo, que Herodes, o Grande, ampliou no século 1 a.C. Os romanos destruíram o Templo no ano 70, e o muro virou o principal lugar de oração do judaísmo.

Na frente dele há uma praça aberta, com revista na entrada. A área de oração é separada entre homens e mulheres. Os homens cobrem a cabeça, e quem não tem quipá encontra quipás de papel na entrada. É costume deixar pedidos escritos em papeizinhos entre as pedras. No Shabat, do pôr do sol de sexta ao de sábado, não se fotografa na praça.

A praça do Muro das Lamentações, em Jerusalém, com visitantes diante do muro de grandes blocos de pedra.
A praça do Muro das Lamentações.

A Cúpula da Rocha, vista de fora

Acima do muro fica a esplanada que os judeus chamam de Monte do Templo e os muçulmanos de Haram al-Sharif, o Nobre Santuário. Ali estão a Mesquita de Al-Aqsa e a Cúpula da Rocha, concluída por volta de 691, com a cúpula dourada que aparece em quase toda foto da cidade.

Não muçulmanos só entram na esplanada em alguns horários, que mudam com frequência, e o interior dos edifícios é reservado aos muçulmanos. Por isso a maioria dos visitantes conhece a Cúpula de fora. As melhores vistas são as do Monte das Oliveiras e da praça do Muro.

A Via Dolorosa e o Santo Sepulcro

Pela tradição, a Via Dolorosa é o caminho que Jesus percorreu carregando a cruz. Começa no Bairro Muçulmano, perto da Porta dos Leões, e tem 14 estações marcadas nas paredes. As nove primeiras ficam nas ruas, no meio das lojas e do movimento da cidade; as cinco últimas, dentro da Igreja do Santo Sepulcro.

O nome Via Dolorosa gravado num muro de pedra clara em Jerusalém.
O nome da Via Dolorosa gravado num muro da Cidade Velha.

A igreja reúne os dois lugares mais importantes da tradição cristã em Jerusalém: o Calvário, onde a tradição situa a crucificação, e o túmulo, sob a edícula no centro da rotunda. Logo na entrada, a Pedra da Unção lembra a preparação do corpo para o sepultamento. A primeira igreja foi consagrada em 335, sob o imperador Constantino, e o prédio atual é em grande parte da época das Cruzadas. Várias comunidades cristãs dividem o espaço, cada uma com seus altares e horários, entre elas a ortodoxa grega, a católica, representada pelos franciscanos, e a armênia. A fila para entrar na edícula pode ser longa.

O Monte das Oliveiras

Do outro lado do Vale do Cedron, a leste da Cidade Velha, o Monte das Oliveiras tem a vista mais conhecida de Jerusalém, com as muralhas, a esplanada e a Cúpula da Rocha de frente. Na encosta há um cemitério judaico muito antigo e várias igrejas, que se visitam morro abaixo:

  • a Igreja do Pai Nosso, onde a tradição situa o ensino da oração do Pai-Nosso, com o texto em mais de cem línguas, em painéis de cerâmica;
  • o Dominus Flevit, pequena igreja franciscana em forma de lágrima, de 1955, no lugar onde, segundo o Evangelho de Lucas, Jesus chorou sobre Jerusalém, com uma janela que enquadra a Cidade Velha;
  • o Jardim do Getsêmani, com oliveiras muito antigas;
  • ao lado do jardim, a Basílica da Agonia, também chamada Igreja de Todas as Nações.
A Basílica da Agonia, ou Igreja de Todas as Nações, com suas cúpulas, atrás das oliveiras do Getsêmani.
A Basílica da Agonia e as oliveiras do Getsêmani.

Belém e outros lugares perto

Belém fica na Cisjordânia, cerca de 10 km ao sul de Jerusalém, e a ida passa por um posto de controle. A Basílica da Natividade foi erguida no século 4 sobre a gruta que a tradição identifica como o lugar do nascimento de Jesus, e reconstruída no século 6. É uma das igrejas mais antigas ainda em uso. Entra-se por uma porta baixa, a Porta da Humildade, e dali se desce à gruta, onde uma estrela de prata marca o local. A leste, em Beit Sahour, o Campo dos Pastores lembra o anúncio do nascimento aos pastores, no Evangelho de Lucas.

Fora das muralhas, perto da Porta de Damasco, a Tumba dos Jardins é um túmulo escavado na rocha que muitos protestantes consideram um possível local do sepultamento de Jesus. O jardim em volta é tranquilo, bem diferente do movimento do Santo Sepulcro. Betânia, hoje al-Eizariya, fica do outro lado do Monte das Oliveiras. Nos Evangelhos, é a aldeia de Marta, Maria e Lázaro.

Dicas para a visita

Igrejas, o Muro e a esplanada pedem ombros e joelhos cobertos. Com um lenço na bolsa, quase sempre se resolve.

As ruas da Cidade Velha são de pedra lisa e têm muitos degraus. Tênis com boa sola faz diferença, ainda mais na descida do Monte das Oliveiras.

O dia da semana muda o ritmo da cidade. Sexta-feira é dia de oração para os muçulmanos. O Shabat vai do pôr do sol de sexta ao de sábado, e boa parte do comércio judeu fecha. Domingo é o dia das missas e cultos.

Em maio, os dias costumam ser quentes e secos e as noites mais frescas, porque a cidade fica nas montanhas da Judeia.

Os dois dias em Jerusalém na viagem Egito e Israel 2027

Na viagem da Leão, de 11 a 24 de maio de 2027, o grupo chega a Jerusalém em 19 de maio, depois de um dia que passa por Caná, Nazaré e o Monte Carmelo, e dorme três noites no mesmo hotel. Os dois dias na cidade ficam assim:

  • 20 de maio: começa pela Via Dolorosa e pelo Santo Sepulcro. Depois vêm o Monte das Oliveiras, com a Igreja do Pai Nosso e o Dominus Flevit, e o Jardim do Getsêmani. Dali o grupo segue para o Muro das Lamentações.
  • 21 de maio: a Basílica da Natividade, em Belém, depois o Campo dos Pastores e a Tumba dos Jardins, e a visita a Betânia, hoje al-Eizariya.

Os ingressos dessas visitas estão incluídos, e o Tour Condutor, que fala português e inglês, viaja com o grupo do embarque no Brasil até a volta. Antes de Jerusalém, a viagem passa pelo Egito, pelo Mar Morto e pela Galileia, e o roteiro completo está na página Egito e Israel 2027.

Grupo da Leão Viagens num mirante diante da Cidade Velha de Jerusalém, com a Cúpula da Rocha ao fundo.
Egito e Israel, maio de 2026

A esplanada e a Cúpula da Rocha não estão no roteiro; o grupo as vê do Monte das Oliveiras e da praça do Muro. No dia 22, o grupo deixa Jerusalém rumo à fronteira, passa pelo Monte Nebo e dorme em Petra, já na Jordânia.

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O WhatsApp abre com uma mensagem que já diz qual é a viagem: Egito e Israel 2027. Atendemos de segunda a sexta, das 9h às 18h.