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Leão Viagens

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O que ver no Egito: Cairo, Luxor e o Monte Sinai

As pirâmides de Gizé e o Grande Museu Egípcio, o Vale dos Reis e os templos de Luxor, a subida ao Monte Sinai e o que levar para o calor de maio.

As pirâmides de Gizé no planalto do deserto, com dois viajantes em camelos em primeiro plano.

Uma primeira viagem ao Egito costuma seguir o Nilo pelos lugares que todo mundo viu nos livros de escola: as pirâmides de Gizé, na borda do Cairo, e Luxor, a antiga Tebas, com os templos e as tumbas dos faraós. Quem segue depois para Israel ganha uma terceira parte, o Sinai, com a montanha onde a tradição situa a entrega dos Dez Mandamentos.

É também a ordem do roteiro Egito e Israel 2027 da Leão, que passa quatro noites no país, de 12 a 16 de maio.

Cairo e Gizé

As pirâmides e a Esfinge

As três grandes pirâmides de Gizé foram erguidas para os faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, entre cerca de 2600 e 2500 a.C. A maior, a de Quéops, tinha uns 146 metros de altura e é a única das sete maravilhas do mundo antigo ainda de pé. O planalto fica na borda oeste do Cairo, a poucos minutos dos bairros da cidade, o que surpreende quem imagina as pirâmides isoladas no deserto.

A Esfinge, com cerca de 73 metros de comprimento, foi esculpida na própria rocha do planalto, junto à calçada que sobe para a pirâmide de Quéfren. A visita é a pé, de um monumento a outro, com parada no mirante de onde as pirâmides aparecem lado a lado.

Grupo da Leão Viagens com os chapéus amarelos da Leão diante da Esfinge de Gizé.
Dubai, Egito, Israel e Jordânia, setembro de 2023

O Grande Museu Egípcio

O Grande Museu Egípcio, o GEM, fica a poucos quilômetros das pirâmides e abriu por completo em 2025, depois de duas décadas de projeto e obras. No saguão, o visitante dá de cara com uma estátua colossal de Ramsés II. Dali, uma grande escadaria, com estátuas de faraós e deuses dos dois lados, sobe até as galerias. As de Tutancâmon são o ponto alto: milhares de objetos encontrados na tumba do jovem faraó.

A fachada do Grande Museu Egípcio, perto de Gizé, com o obelisco na praça de entrada.
O Grande Museu Egípcio, a poucos quilômetros das pirâmides.

O Cairo e o Nilo

Os "pontos principais do Cairo" também estão no roteiro, que não diz quais são. A cidade tem o Cairo islâmico, com a Cidadela de Saladino e a Mesquita de Muhammad Ali, o bazar de Khan el-Khalili e o Cairo copta, com igrejas antigas como a Igreja Suspensa. À noite, o programa de costume é um jantar com show num barco pelo Nilo.

Luxor

Luxor está sobre Tebas, a capital do Egito no Novo Império, entre cerca de 1550 e 1070 a.C. O Nilo divide a visita em duas. Na margem leste ficam os grandes templos; na oeste, a necrópole, onde os faraós eram sepultados.

O Vale dos Reis

Os faraós do Novo Império mandaram escavar suas tumbas na rocha de um vale do deserto, em vez de erguer pirâmides que chamavam a atenção dos saqueadores. São mais de 60 tumbas, com corredores pintados que descem para dentro da montanha. A mais famosa, a de Tutancâmon, foi encontrada quase intacta por Howard Carter em 1922. Para conservar as pinturas, as tumbas abertas à visita se revezam ao longo do tempo.

A câmara da tumba de Tutancâmon, no Vale dos Reis, com as paredes pintadas de deuses e hieróglifos e o sarcófago de pedra.
A câmara da tumba de Tutancâmon, no Vale dos Reis.

Karnak e o Templo de Luxor

Karnak é o maior complexo de templos do Egito antigo. Foi construído e ampliado durante cerca de dois mil anos e dedicado sobretudo ao deus Amon. O trecho mais conhecido é a Sala Hipostila, com 134 colunas cobertas de hieróglifos. Uma avenida de esfinges, reaberta em 2021, liga Karnak ao Templo de Luxor, quase 3 km ao sul, que fica iluminado à noite.

Colunas cobertas de hieróglifos no Templo de Karnak, em Luxor, vistas de baixo.
Colunas da Sala Hipostila, em Karnak.

O templo de Hatshepsut

Hatshepsut foi uma das poucas mulheres a governar o Egito como faraó. Seu templo, na margem oeste, sobe em terraços até o pé dos penhascos de Deir el-Bahari. No caminho ficam os Colossos de Mêmnon, duas estátuas sentadas do faraó Amenhotep III.

O templo de Hatshepsut, em terraços, ao pé dos penhascos de Deir el-Bahari, em Luxor.
O templo de Hatshepsut, ao pé dos penhascos de Deir el-Bahari.

Para Luxor, o roteiro de 2027 fala no Vale dos Reis e nos "principais templos da região". Karnak, o Templo de Luxor e o de Hatshepsut são os mais conhecidos.

O Sinai

O Monte Sinai

O Monte Sinai, que os árabes chamam de Jebel Musa, o monte de Moisés, tem 2.285 metros. A subida costuma começar de madrugada, para chegar ao topo antes do nascer do sol, por um de dois caminhos: a trilha dos camelos, mais longa e menos íngreme, ou os Degraus da Penitência, cerca de 3.750 degraus de pedra. Os dois se encontram perto do cume, onde há uma pequena capela e uma mesquita. Quem prefere não caminhar tudo pode ir de camelo em parte do trajeto. Mesmo em maio, faz frio lá em cima antes do amanhecer.

As montanhas de granito do Monte Sinai vistas de um abrigo de pedra com tapetes coloridos.
As montanhas de granito do Monte Sinai.

O Mosteiro de Santa Catarina

Ao pé da montanha fica o Mosteiro de Santa Catarina, que o imperador Justiniano mandou construir no século 6 e que monges ortodoxos habitam desde então. É um dos mosteiros cristãos mais antigos em funcionamento contínuo. Guarda uma biblioteca de manuscritos antigos e um arbusto que a tradição liga à sarça ardente. A região é Patrimônio Mundial da Unesco desde 2002. O roteiro de 2027 não prevê visita ao mosteiro, mas o grupo dorme perto dele, na cidade de Santa Catarina.

Dicas práticas

Maio já é quente no Egito, e Luxor costuma ser o trecho mais quente do caminho. As visitas ao ar livre rendem mais cedo. Protetor solar e água fazem falta, e o chapéu vem no kit de viagem da Leão.

Em mesquitas, igrejas e mosteiros, ombros e joelhos ficam cobertos, e nas mesquitas as mulheres cobrem o cabelo com um lenço. Uma camisa leve de manga comprida resolve o sol e as regras de uma vez.

Para o planalto de Gizé e as rampas das tumbas, tênis confortável. Quem sobe o Sinai faz a trilha de pedra no escuro, e aí uma lanterna e um agasalho ajudam.

O visto do Egito e as gorjetas não estão incluídos na viagem. A página da viagem traz a lista completa do que fica de fora, com as estimativas, e os documentos.

O Egito no roteiro Egito e Israel 2027

Na viagem da Leão, de 11 a 24 de maio de 2027, o Egito vem depois de uma manhã em Dubai:

  • 12 de maio: depois do tour panorâmico em Dubai, voo das 15h15 para o Cairo. Pernoite no Cairo.
  • 13 de maio: pela manhã, as Pirâmides de Gizé; à tarde, o Grande Museu Egípcio (GEM) e os pontos principais do Cairo. À noite, jantar com show num barco pelo Nilo, que fica fora do pacote.
  • 14 de maio: voo das 9h55 para Luxor e visita ao Vale dos Reis e aos principais templos da região. Pernoite em Luxor.
  • 15 de maio: voo das 9h de volta ao Cairo e estrada até o Monte Sinai, passando por baixo do Canal de Suez. Pernoite em Santa Catarina, com jantar no hotel incluído.
  • 16 de maio: de madrugada, a subida ao Monte Sinai, que é opcional. Depois do café da manhã no hotel, saída para a fronteira com Israel, almoço em Taba e chegada ao Mar Morto prevista para as 17h.

Do Mar Morto em diante, a viagem segue por Israel, com dois dias em Jerusalém, e acaba em Petra, na Jordânia. Em todo o percurso o grupo tem um Tour Condutor que fala português e inglês, do embarque no Brasil à volta. Os outros dias, e o que está incluído, estão na página Egito e Israel 2027.

Fale com a Leão

O WhatsApp abre com uma mensagem que já diz qual é a viagem: Egito e Israel 2027. Atendemos de segunda a sexta, das 9h às 18h.